Escândalo em Caxias: Gestões Gentil Repassam R$ 16 Milhões a Empresa Impedida Judicialmente

As gestões da Família Gentil em Caxias (MA) estão no centro de um escândalo financeiro que envolve o repasse de mais de R$ 16,1 milhões em recursos públicos para a empresa piauiense Mais Saúde Ltda.

O valor total transferido — R$ 16.163.741,78 — foi efetuado nas administrações do ex-prefeito Fábio Gentil e do atual prefeito Gentil Neto.

O cerne da denúncia é que a Mais Saúde Ltda. é ré em processos criminais graves, acusada de crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Empresa Proibida de Operar

A situação se agrava porque a Justiça determinou a total inoperância da empresa. Uma decisão judicial (processo nº 0860474-42.2023.8.10.0001) bloqueou todos os bens e contas bancárias da Mais Saúde, proibindo-a de exercer qualquer atividade econômica e, consequentemente, de firmar contratos com o poder público.


Repasses Suspeitos nas Duas Gestões

Apesar da proibição judicial e das acusações criminais, as administrações da Família Gentil mantiveram os contratos com a empresa:

  • Fábio Gentil (Gestão 2024): Repassou R$ 13.018.792,92 para aquisição de medicamentos e materiais médico-hospitalares.
  • Gentil Neto (Gestão 2025): Deu continuidade aos pagamentos, repassando R$ 3.144.948,86 para compra de insumos hospitalares e odontológicos.

A denúncia levanta sérios questionamentos sobre por que milhões do orçamento da saúde de Caxias foram destinados a uma empresa legalmente impedida de operar e sob grave investigação criminal.

Justiça do Maranhão autoriza a saída de quase mil presos para a saída temporária do Dia das Crianças

Presos do regime semiaberto estão autorizados a sair a partir das 9h de quarta-feira (8) e devem retornar as unidades prisionais às 18h, de 14 de outubro (terça-feira).

A Justiça do Maranhão autorizou a saída temporária de 979 presos, do regime semiaberto, da Grande Ilha de São Luís (São Luís, São José de RibamarPaço do Lumiar e Raposa) para a comemoração do Dia das Crianças.

Os presos beneficiados foram autorizados a sair, a partir das 9h de quarta-feira (8) e devem retornar as unidades prisionais às 18h, de 14 de outubro (terça-feira).

O juiz Francisco Ferreira Lima, da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Ilha de São Luís, determinou que os dirigentes das unidades penais comuniquem, à Vara de Execuções Penais, até às 12h, de 24 de outubro, o retorno dos internos ou alterações.

Sobre a saída temporária

Em maio de 2024, o Congresso derrubou vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à proposta que acaba com a saída temporária dos presos, a “saidinha”, em feriados e datas comemorativas.

A decisão dos parlamentares restringiu ainda mais as saidinhas, porque também proíbe que os detentos deixem os presídios temporariamente para:

  • Visitar a família
  • Praticar atividades que contribuam para o retorno do convívio social

Dessa forma, o direito a saída temporária segue na Lei de Execuções Penais (Lei 7.210/84), do artigo 122 ao artigo 125, e também proíbe a saída de quem cumpre pena por praticar crime hediondo ou com violência ou grave ameaça contra pessoa.

No entanto, a lei permite a saída temporária a condenados que cumprem pena em regime semiaberto, em apenas um caso: quando o preso comprova frequência a curso supletivo profissionalizante, bem como de instrução do 2º grau ou superior.

Vale lembrar, no regime semiaberto, a lei garante ao detento o direito de trabalhar e fazer cursos fora da prisão durante o dia, devendo retornar à unidade penitenciária à noite. Para ter esse direito, o apenado também deve:

  • Ter comportamento adequado;
  • Ter cumprido o mínimo de um sexto da pena, se o condenado for primário, e um quarto, se reincidente

O detento tem direito de solicitar até cinco saídas de sete dias por ano ou de acordo com a duração do curso. Além disso, como há um princípio de que a lei não deve retroagir, alguns juristas argumentam que presos que já tinham o benefício garantido anteriormente ainda têm direito às saídas temporárias.

Tensão em Caxias: Choque entre Procuradoria e Câmara expõe fronteiras dos Poderes

Caxias, MA – Um embate público e incomum na última sessão da Câmara Municipal de Caxias, na segunda-feira (6), colocou em xeque a relação entre o Executivo e o Legislativo local. O presidente da Casa, vereador Ricardo Rodrigues, utilizou a tribuna para fazer um duro pronunciamento contra o Procurador-Geral do Município, James Lobo, acusando-o de interferência indevida.

“Não aceito, não aceitarei interferência de quem quer que seja”, bradou Ricardo Rodrigues, em clara referência ao Procurador. Segundo o presidente da Câmara, Lobo estaria “metendo o nariz onde não lhe cabe”, criando uma crise de relacionamento que ecoa por toda a classe política.

A Origem da Tensão

O centro da polêmica reside em uma recente entrevista concedida por James Lobo. O Procurador-Geral, em uma demonstração de sua autoridade, solicitou formalmente ao Legislativo informações detalhadas sobre a existência, lotação e valores despendidos por um servidor da Câmara. O caso está ligado a repercussões de denúncias envolvendo um vereador e seu funcionário, tema que foi amplamente divulgado pelo ex-prefeito e investigado pela Polícia Federal, Fábio Gentil.

O pedido de Lobo, no entanto, encontrou resistência. “A procuradora da Câmara não concordou muito com essa intervenção”, afirmou o próprio Procurador na entrevista, evidenciando o atrito interno na administração.

ANÁLISE: União ≠ Submissão

O episódio, que chamou a atenção dos 19 vereadores e de especialistas, é um sintoma claro da natureza da democracia brasileira: apesar da necessidade de harmonia e coordenação entre os poderes, Executivo e Legislativo são, por definição, distintos e independentes.

A atuação do Executivo, por meio da Procuradoria, em solicitar informações ao Legislativo toca diretamente na prerrogativa da Câmara de gerir seu próprio quadro de servidores (autonomia administrativa). Enquanto o Executivo (Prefeito e seus auxiliares) administra a cidade e executa as leis, o Legislativo (Vereadores) fiscaliza o Executivo e cria as leis.

A Independência em Jogo:

  • Poderes Distintos: A atitude forte do presidente Rodrigues de rechaçar a intervenção visa reafirmar a soberania do Legislativo sobre suas atividades internas, garantindo que a fiscalização e a legislação não sejam influenciadas pelo Executivo.
  • A Seletividade da Ação: A crítica do Legislativo se intensifica ao notar que o Procurador, atuante neste caso específico, manteve-se silencioso em relação a pedidos de informações ou ações referentes à investigação da CPI dos 50 milhões desviados do FUNDEB. Essa seletividade na intervenção levanta questionamentos sobre a motivação e a conveniência da atuação da Procuradoria.

O embate em Caxias serve de alerta: a convivência em nome da governabilidade não anula a separação de poderes. Qualquer avanço de um sobre a autonomia do outro é visto como uma ameaça ao equilíbrio democrático.

Precatórios de professores em Caxias (MA): Morosidade e falta de transparência causam ansiedade na categoria

Caxias, MA – O pagamento dos precatórios dos professores de Caxias, no Maranhão, continua gerando insatisfação e ansiedade na categoria. Apesar de uma reunião recente entre a comissão de precatórios e a Secretaria Municipal de Educação, o processo se arrasta, e a falta de informações claras levanta suspeitas sobre a gestão dos recursos.

Um comunicado interno, datado de 9 de setembro de 2025, revela que a Justiça deu um prazo de até 10 dias para que o Banco do Brasil transfira os valores de uma conta judicial para a conta da Prefeitura de Caxias. A comissão decidiu enviar um ofício ao gerente do banco para tentar acelerar a transferência, mas a demora já é vista com preocupação.
Segundo a denúncia feita por um professor, a situação é frustrante. “A juíza deu um prazo de 10 dias, mas isso não significa que o gerente precise esperar todo esse tempo. Enquanto isso, professores ficam doentes, ansiosos, e o processo não avança”, relata.

O sentimento de que algo não está certo é reforçado pela comparação com o estado. “O dinheiro caiu na conta do estado e o repasse foi feito de imediato. Aqui parece um jogo de cartas marcadas”, afirma o denunciante. A falta de comunicação do sindicato da categoria (Sintrap) e da própria comissão dos precatórios é outro ponto de tensão.

Além da demora, a falta de transparência é um dos principais problemas. O comunicado menciona que a Secretaria de Administração deveria entregar, no dia seguinte à reunião, a relação de valores para os beneficiários da segunda parcela, mas não há confirmação pública de que isso tenha ocorrido. Não foram divulgados os valores totais ou individuais, e as informações “são omitidas”, segundo a fonte.

A prefeitura de Caxias ainda não se pronunciou oficialmente sobre a lentidão no processo de pagamento dos precatórios. A ausência de justificativas para a morosidade e a falta de acesso aos dados financeiros essenciais mantêm a categoria em um estado de incerteza e crescente frustração.

Justiça Federal do Mato Grosso do Sul condena mãe do prefeito Gentil Neto por uso de documento falso; ré foge para o Maranhão

Entenda o caso:
Campo Grande, MS — Em uma decisão que acaba de transitar em julgado, a Justiça Federal da 3ª Região (Mato Grosso do Sul) condenou a ré Adriana Raquel Santos de Sousa pelo crime de uso de documento público falso. A sentença, proferida pela 5ª Vara Federal de Campo Grande, aplicou uma pena de um ano de reclusão, convertida em prestação de serviços à comunidade.

O processo, que tramita desde 2020, chegou à sua fase final, com a condenação de Adriana confirmada em segunda instância e após o Supremo Tribunal Federal (STF) recusar o recurso da defesa. No entanto, a ré, que precisaria ser intimada para iniciar o cumprimento da pena e pagar as custas processuais, não foi encontrada em seu endereço.

Segundo a certidão do Oficial de Justiça, a mulher se mudou de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, para o estado do Maranhão há cerca de três anos, e seu paradeiro é desconhecido.

A sentença final do processo 5007440-81.2020.4.03.6000 determina a prestação de serviços à comunidade, além do pagamento de R$ 297,95 em custas processuais. O documento ainda informa a decisão aos Conselhos Federal e Regional de Medicina (CFM e CRM/MS), o que sugere que o crime de falsificação de documento pode ter relação com a área da saúde.

A prescrição do caso está prevista para 04/04/2033, o que significa que, caso a ré não seja localizada até essa data, o crime prescreverá e a pena não poderá mais ser aplicada. A guia de recolhimento foi emitida, e a Justiça agora aguarda a intimação de Adriana para que as determinações sejam cumpridas. O caso foi encaminhado para a Vara Federal de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, para que as diligências de intimação sejam realizadas.

Manifestações marcam desfile de 7 de Setembro em Caxias contra a família Gentil

O tradicional desfile cívico de 7 de Setembro em Caxias, no Maranhão, foi palco de protestos contra a família Gentil, alvo de investigações da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF). O descontentamento popular foi expresso pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Caxias (Sintrap), que usou o evento para exibir faixas e banners com mensagens de repúdio.

Os protestos se intensificaram após a Operação A Lei do Retorno, deflagrada pela PF. A ação investiga o desvio de cerca de R$ 50 milhões de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no Maranhão. Segundo a PF, os principais alvos são o ex-prefeito de Caxias e atual secretário de Agricultura e Pecuária do estado, Fábio Gentil, e sua namorada, a deputada estadual Daniella (PSB). Durante as buscas, a polícia apreendeu diversos bens nas residências do casal, incluindo um cheque de R$ 350 mil.


Emendas ‘Pix’ sob investigação

A insatisfação dos manifestantes também se estendeu à deputada federal Amanda Gentil, filha de Fábio Gentil. A parlamentar é investigada pelo STF por supostos desvios em repasses de emendas de transferências especiais, conhecidas como “emendas Pix”. De acordo com os manifestantes, a maior parte dos mais de R$ 15 milhões enviados pela deputada foi destinada a Caxias, mas a falta de transparência e rastreabilidade desses recursos está sendo questionada.

Em todo o Brasil, essas emendas ‘Pix’ estão sob o escrutínio do STF, que determinou a investigação de casos onde a transparência é falha. No Maranhão, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Tribunal de Contas da União (TCU) já iniciaram a fiscalização dos municípios que receberam um total de quase R$ 1 bilhão em emendas desse tipo entre 2020 e 2024.

Os protestos em Caxias refletem o sentimento de que a cidade vive um momento de abandono e caos. Os manifestantes, representados pelo sindicato, mencionaram a má gestão dos serviços públicos, a violência e a situação caótica dos hospitais municipais, com relatos de mortes de crianças e salários atrasados de médicos. O sentimento de “vergonha” e desamparo da população em relação aos escândalos políticos foi o principal motor da manifestação durante o desfile.

Arrependida: Deputada Cláudia Coutinho Pede Desculpas por Apoio a Prefeito Gentil Neto

Cláudia Coutinho usar suas redes sociais para fazer um pedido público de desculpas.

CAXIAS, MA — Baixa política abala a base do atual prefeito de Caxias, Gentil Neto, após a deputada estadual Cláudia Coutinho usar suas redes sociais para fazer um pedido público de desculpas. A parlamentar, que foi uma das principais apoiadoras de Gentil na eleição do ano passado, admitiu ter cometido um “erro” ao endossar a candidatura do gestor, citando a “péssima administração” na cidade.

O desabafo da deputada chega em um momento de alta turbulência para a gestão de Gentil Neto. Além das crescentes críticas à precariedade dos serviços de saúde e educação, a família do prefeito foi recentemente alvo de uma grande operação da Polícia Federal. A “Operação A Lei do Retorno” investiga desvios de R$ 50 milhões e teve como alvo o ex-prefeito e tio de Gentil Neto, Fábio Gentil.

A decisão de Cláudia Coutinho de se distanciar publicamente do prefeito é um sinal de grande desgaste na aliança política que o elegeu. A deputada, que teve uma votação expressiva no município, deixa claro seu descontentamento e tenta se reconectar com seu eleitorado, que tem expressado insatisfação com os rumos da administração municipal.

Ao final de sua nota, a deputada pede perdão a Deus e a “sua amada Caxias”, mostrando o peso simbólico de sua declaração. O episódio marca um ponto de inflexão na política local e levanta dúvidas sobre o futuro da base de apoio de Gentil Neto, que agora enfrenta a crescente oposição e o desgaste gerado por investigações e críticas a sua gestão. A atitude da deputada pode influenciar o cenário político para as próximas eleições, reforçando a pressão sobre o atual prefeito para reverter o quadro de insatisfação popular.

Gentil Neto perde no TRE

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) negou o pedido de liminar do prefeito de Caxias, José Gentil Rosa Neto, em um Mandado de Segurança. A decisão, proferida pelo juiz Marcelo Elias Matos e Oka, mantém a exigência de que a prefeitura apresente documentos detalhados sobre contratações e demissões. A disputa judicial se insere no contexto da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura irregularidades nas eleições passadas.

Entenda o Caso

O prefeito Gentil entrou com o Mandado de Segurança para suspender uma decisão do Juízo da 4ª Zona Eleitoral de Caxias, que determinava a entrega de um relatório consolidado de todos os cargos comissionados, exonerações, contratações e aumentos salariais no período de abril a dezembro de 2024. A pena para o descumprimento seria uma multa diária de R$ 20 mil.

Na sua defesa, a equipe jurídica do prefeito alegou que a decisão judicial era ilegal e “teratológica”, ou seja, um ato jurídico fora do comum e que viola a lei. Os argumentos eram que a ordem invertia o ônus da prova, violava o princípio da não autoincriminação e era desnecessária, já que os dados seriam públicos e estariam disponíveis no Portal da Transparência.

Decisão Judicial e os Próximos Passos

O juiz Marcelo Elias Matos e Oka rejeitou todos os argumentos da defesa. Ele afirmou que a solicitação não configura inversão do ônus da prova, mas sim o poder do magistrado de buscar a verdade real no processo. Ele também destacou que o princípio da não autoincriminação não se aplica a entes públicos, que são regidos pela transparência.

Em sua decisão, o juiz explicou que a disponibilidade dos documentos de forma esparsa não substitui a necessidade de uma apresentação consolidada e autenticada nos autos, que é fundamental para a instrução do processo e a garantia do contraditório.

Com a negativa da liminar, o processo continua. A Justiça Eleitoral irá notificar a 4ª Zona Eleitoral e a parte contrária para que se manifestem. Em seguida, o processo será encaminhado à Procuradoria Regional Eleitoral para um parecer.

Vereadores de Caxias Protegem Ex-Prefeito e Negam CPI sobre Roubo de R$ 50 Milhões da Educação

Em um movimento que choca a população, vereadores de Caxias, aliados ao ex-prefeito Fábio Gentil e sua namorada, a deputada Daniella, se recusaram a assinar o documento que criaria a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A CPI investigaria o desvio de mais de R$ 50 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), verba que deveria ser usada para a merenda escolar das crianças da cidade.

A decisão foi tomada na sessão de ontem, dia 25. A votação mostra que os vereadores, eleitos para defender o povo, decidiram proteger seus líderes políticos, que são alvos da megaoperação “A Lei do Retorno”, da Polícia Federal. A operação já apreendeu joias, relógios de luxo, R$ 50 mil em dinheiro vivo e um cheque de R$ 350 mil.

O valor roubado — R$ 50 milhões — é um ataque direto ao futuro das crianças de Caxias. Apesar da gravidade do crime, nenhum dos vereadores ligados aos investigados teve a decência de se manifestar em plenário. A atitude deles vira as costas para a população, que clama por justiça.

A pergunta que fica é: até quando o povo de Caxias será usado como “massa de manobra”? A rejeição da CPI é um tapa na cara da sociedade, que vê o dinheiro da educação ser roubado e os responsáveis protegidos por aqueles que deveriam fiscalizá-los. Fica claro que, para muitos políticos, o cidadão só tem valor na época das eleições.

Denúncia de Crime Ambiental: SAAE de Caxias é Acusado de Poluir o Balneário Maria do Rosário.

Moradores de Caxias estão em alerta! Um vídeo enviado à nossa redação levanta a séria suspeita de um crime ambiental no conhecido Balneário Maria do Rosário, popularmente chamado de “Tintor”.

As imagens, gravadas na manhã desta sexta-feira, mostram a água do balneário — que costumava ser limpa e cristalina — completamente turva, com uma cor estranha e um cheiro forte. A denúncia aponta o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Caxias (SAAE) como o possível responsável.

A suspeita é de que algo foi despejado pela unidade do SAAE, localizada nas proximidades do balneário, causando a súbita poluição.

O Impacto da Poluição

O Balneário Maria do Rosário é um dos principais pontos de lazer e turismo da cidade. A poluição não é apenas um dano ambiental, mas também um prejuízo para a comunidade, que usa o local para banho e descanso.

Os moradores estão preocupados com os danos ecológicos e a saúde pública, e esperam que o SAAE se pronuncie para esclarecer o ocorrido e se as águas do balneário vão, de fato, voltar ao normal.

Aguardando Resposta

A nossa equipe entrou em contato com a diretoria do SAAE de Caxias para obter uma resposta sobre a denúncia. A população aguarda um posicionamento oficial para entender o que aconteceu e se a autarquia assumirá a responsabilidade por esse grave incidente.

Fiquem ligados para mais atualizações.