Arquivo mensais:julho 2026

CAXIAS SOBE NO RANKING DA VIOLÊNCIA E ACENDE ALERTA SOBRE A SEGURANÇA PÚBLICA

Os números divulgados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública acendem um sinal de alerta para Caxias. O município saltou da 37ª para a 15ª posição entre as cidades mais violentas do Brasil, um avanço preocupante em um ranking que ninguém gostaria de liderar.

Por trás das estatísticas existem famílias destruídas, vidas interrompidas e uma população que convive diariamente com o medo. A sensação de insegurança cresce nas ruas, nos bairros e nas comunidades, enquanto moradores cobram respostas e medidas mais eficazes.

É importante lembrar que a segurança pública é uma responsabilidade compartilhada entre diferentes esferas do poder público, com atuação principalmente do Estado, mas também exige integração com políticas municipais de prevenção, iluminação, urbanização, assistência social e apoio às forças de segurança.

O crescimento da violência reforça a necessidade de ações concretas, planejamento, investimentos e integração entre os órgãos responsáveis. A população espera mais do que discursos: espera resultados que devolvam a tranquilidade de sair de casa, trabalhar e criar seus filhos sem medo.

Caxias merece ser destaque pelo seu desenvolvimento, pela sua cultura e pelo seu povo trabalhador e não por ocupar posições cada vez mais altas em um dos rankings mais preocupantes do país.

Os dados servem como um alerta. Agora, cabe ao poder público demonstrar, com ações efetivas, que a violência será enfrentada com a seriedade que a situação exige.

Enquanto Caxias sobe no ranking da violência, a população desce a cabeça por medo. O cidadão de bem não quer viver cercado pela insegurança. Quer apenas o direito de ir e voltar para casa em paz. A violência não pode ser tratada como algo normal. Os números falam por si. Agora, a sociedade espera que as autoridades também falem e, principalmente, ajam.

Acidente com vítima fatal no Parque da Cidade em Caxias-MA

Um grave acidente entre duas motocicletas foi registrado agora, 17/07, na Travessa 1º de Agosto, no bairro Ponte, nas proximidades do Parque da Cidade, em Caxias.

De acordo com as primeiras informações, as motos colidiram de frente. Um dos envolvidos, identificado apenas como Gabriel, morador da região, foi socorrido por uma equipe do SAMU e encaminhado para uma unidade hospitalar.

O outro motociclista, que ainda não teve a identidade oficialmente confirmada, morreu ainda no local. Segundo relatos preliminares, ele trabalharia no Mercado Central de Caxias.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

BARRO VERMELHO GRITA POR SOCORRO, MAS GENTIL NETO PARECE NÃO OUVIR: PROTESTO CHEGA AO TERCEIRO DIA

Moradores do povoado Barro Vermelho, na zona rural de Caxias (MA), chegaram nesta quarta-feira (15) ao terceiro dia de protesto, mantendo interditadas as vias de acesso à região para cobrar uma solução da gestão do prefeito Gentil Neto para as péssimas condições das estradas.

Segundo os moradores, a manifestação começou após anos de promessas e problemas enfrentados pela comunidade. A precariedade das estradas prejudica o deslocamento das famílias, dificulta o transporte escolar, compromete serviços de internet e, de acordo com os manifestantes, impede até mesmo o acesso de ambulâncias a determinados pontos da região.

Mesmo com a mobilização chegando ao segundo dia, os moradores afirmam que, até agora, nenhuma solução concreta foi apresentada pela Prefeitura de Caxias.

A população cansou de esperar.

Cansou das promessas.

Cansou de ser lembrada em período eleitoral e, depois, aparentemente esquecida pelo poder público.

Enquanto a Prefeitura de Caxias encontra dinheiro para bancar grandes shows, eventos e investir pesado em propaganda, moradores do Barro Vermelho precisam interditar estradas e paralisar os acessos à região para tentar conseguir o básico.

É revoltante.

As péssimas condições das estradas não representam apenas desconforto. Estamos falando de um problema que afeta diretamente a vida e a segurança de centenas de pessoas que vivem na região.

Imagine precisar de socorro médico e ter a certeza de que uma ambulância não conseguirá chegar até sua casa por causa das condições da estrada.

É essa a realidade denunciada por quem vive no Barro Vermelho.

O que os moradores estão pedindo não é luxo

.Não é uma obra faraônica.

É apenas o direito de ir e vir com dignidade.

O descaso que silencia sonhos: dez dias de impunidade e silêncio no Hospital Geral de Caxias

CAXIAS – Passados dez dias desde a morte de Maria Kauane, o que resta à família não é o conforto da justiça, mas o peso angustiante de um silêncio institucional ensurdecedor. A pergunta que ecoa na cidade não é apenas um lamento pessoal, mas um grito de alerta: até quando o sistema de saúde de Caxias será palco de tragédias evitáveis?

A denúncia, que ganha contornos de denúncia pública contra a gestão municipal, aponta falhas graves no atendimento prestado pelo Hospital Geral de Caxias. Para os familiares, a perda precoce de Maria Kauane não é uma estatística em um relatório administrativo; é o resultado da negligência e da ausência de um protocolo humanizado que deveria garantir o direito fundamental à vida.

A gestão da prefeitura, por meio de sua rede hospitalar, mantém uma postura inaceitável. Ao ignorar a necessidade de respostas céleres e transparentes, o poder público não apenas desrespeita a dor de uma família, mas atesta sua própria ineficiência.

Pontos que exigem explicações imediatas:

  • A cadeia de atendimento: Quais foram os protocolos seguidos – ou negligenciados – no momento em que Maria Kauane deu entrada na unidade?
  • O sigilo da omissão: Por que a administração municipal ainda não apresentou um posicionamento oficial detalhado sobre o caso?
  • A responsabilidade técnica: Qual o nível de preparo e a condição das equipes de plantão naquele período?

O episódio não pode ser tratado como um caso isolado. Se o Hospital Geral de Caxias não oferece segurança aos cidadãos que nele buscam socorro, a prefeitura falha em sua função mais básica: proteger a população.

A pergunta que fica é onde reside a humanidade daqueles que deveriam gerir a saúde com seriedade.

Enquanto a prefeitura de Caxias escolhe o silêncio, a sociedade observa a crescente desconfiança em relação a uma estrutura que, em vez de curar, deixa cicatrizes profundas. A verdade é um direito da família de Maria Kauane e uma necessidade urgente de cada cidadão caxiense que, hoje, teme cruzar as portas de um hospital público.

Caxias exige justiça. Maria Kauane não é apenas mais um nome na lista de falhas do município; ela é a prova viva de que a gestão da saúde precisa, urgentemente, de uma prestação de contas rigorosa.