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A Matemática da Incoerência em Caxias: 214% para o Irmão do Prefeito, 5% para os Professores

CAXIAS – A política na “Princesa do Sertão” parece ter descoberto uma fórmula matemática própria, mas que só beneficia quem está no círculo íntimo do poder. Enquanto a base governista na Câmara Municipal utiliza o regimento para justificar aumentos salariais estratosféricos para parentes, a realidade para os educadores do município é de migalhas e desvalorização.

O “Milagre” da Multiplicação Salarial

O caso que gerou indignação envolve João Vitor, irmão do prefeito cassado Gentil Neto. Documentos e dados públicos revelam um salto salarial que desafia a lógica econômica do trabalhador comum: da noite para o dia, os vencimentos de João Vitor saltaram de pouco mais de R$ 3 mil para mais de R$ 11 mil.

Um aumento real de 214%. Para a gestão municipal, o “esqueleto administrativo” — termo utilizado na tribuna para justificar a manobra — permite que o irmão do prefeito receba como secretário, blindando o privilégio com o verniz da legalidade.

Dois Pesos, Duas Medidas na Tribuna

A defesa desse aumento partiu do vereador Mário Assunção. Em discurso recente na Câmara, o parlamentar tentou normalizar o que muitos classificam como imoralidade, utilizando o Plano de Cargos e Salários como escudo.

Entretanto, a “voz altiva” do vereador e da base da família Gentil muda drasticamente de tom quando o assunto é o servidor público que carrega o futuro da cidade nas costas.

O Contraste que Envergonha Caxias

A matemática seletiva de Caxias fica clara quando comparamos o tratamento dado à família do prefeito com o tratamento dado aos professores municipais:

  • Para o irmão do prefeito: Reajuste de 214%.
  • Para os professores: Pediam 15% de reajuste justo; receberam apenas 5,4%.

A aprovação desse índice irrisório para os educadores, votada pelo próprio Mário Assunção e pela base governista, demonstra que o cofre da prefeitura só é generoso com “os de casa”.

“Usar o regimento para blindar privilégios e virar as costas para os professores não é representar o povo. É rir da cara do trabalhador caxiense”, afirma a reportagem que circula nas redes sociais.

Até quando?

A pergunta que fica para o cidadão de Caxias é: a lei serve para quem? Enquanto o “esqueleto administrativo” serve para engordar contas bancárias de aliados e parentes, as escolas e os profissionais da educação seguem no final da fila de prioridades.

A verdade não pode ser calada. A população exige que a matemática da prefeitura passe a somar para todos, e não apenas para multiplicar o patrimônio de poucos.

Parceria Estratégica: Paulo Marinho Jr. articula com diretoria da Finatec implantação de Laboratório de IA para o Maranhão

BRASÍLIA – O deputado federal Paulo Marinho Jr. demonstrou mais uma vez que o seu mandato está focado na vanguarda do desenvolvimento regional. Em uma reunião estratégica na capital federal, o parlamentar deu passos decisivos para a implantação de um Laboratório de Tecnologia com foco em Inteligência Artificial no Maranhão, voltado para fortalecer o ensino prático nas universidades e no Instituto Federal do Maranhão (IFMA).

O encontro não foi apenas protocolar, mas uma mesa de trabalho técnica com o comando da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). Participaram da reunião o Diretor Presidente da Finatec, Professor Daniel Rosa; o Superintendente, Gustavo Condeixa; e a responsável pelo setor de Relacionamento e Negócios, Leila Silva.

Ponte entre a Academia e o Mercado

A articulação liderada por Paulo Marinho Jr. ataca um gargalo crítico no estado: a transição entre o conhecimento acadêmico e a aplicação prática. Segundo o deputado, o Maranhão já exporta talentos, mas precisa oferecer solo fértil para que eles produzam tecnologia dentro de casa.

“Contar com o apoio direto do Professor Daniel Rosa e de toda a diretoria da Finatec nos dá a segurança de que estamos construindo um projeto com excelência técnica. Temos os cursos e os alunos talentosos; agora vamos entregar a estrutura necessária para que eles dominem a Inteligência Artificial e outras tecnologias que já dominam o mercado mundial”, destacou Paulo Marinho Jr.

Mandato em Alta Performance

A presença do Superintendente Gustavo Condeixa e de Leila Silva na reunião sinaliza que o projeto já entra em uma fase de viabilidade de negócios e execução. O objetivo é criar um ecossistema onde o estudante maranhense saia da universidade ou do IFMA pronto para atuar em grandes centros tecnológicos ou empreender no próprio estado.

Para o parlamentar, investir em IA é investir em produtividade e novas oportunidades de renda. “Não é apenas sobre tecnologia, é sobre empregos de qualidade para os nossos jovens. O Maranhão não pode e não vai ficar para trás na revolução digital”, reiterou o deputado.

Com essa agenda, Paulo Marinho Jr. consolida sua atuação como um dos principais articuladores de inovação para o Maranhão em Brasília, unindo forças com instituições de renome nacional para gerar resultados locais.

TOLERÂNCIA ZERO! Paulo Marinho Júnior vota a favor de penas de até 40 anos para faccionados.

BRASÍLIA – Em uma votação histórica na Câmara dos Deputados, foi aprovado o Projeto de Lei nº 5.582/2025, conhecido como o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado. A medida, que endurece drasticamente as penas para integrantes de facções criminosas e milícias, contou com o voto favorável e o apoio contundente do Deputado Federal Paulo Marinho Júnior (Caxias-MA).

O projeto, apelidado de “PL Antifacção”, surge como uma resposta direta ao avanço da criminalidade que assombra o Brasil. Durante seu discurso no plenário, Paulo Marinho Júnior destacou a situação crítica de sua cidade natal, Caxias, e do estado do Maranhão, reforçando a urgência de ferramentas legais mais robustas para as forças de segurança.

“Caxias não pode mais aceitar a violência”, afirma o Deputado

Em tom de desabafo e preocupação, o deputado lembrou que Caxias figura entre as 30 cidades mais violentas do país, um título que ele classificou como “triste” para uma cidade de 180 mil habitantes.

“O crime hoje está mais organizado do que nunca. Vemos organizações como o PCC e o Comando Vermelho se alastrando, controlando rotas e movimentando bilhões. Se ficarmos calados, isso só vai se agravar. Defender esse projeto é defender a família e o direito básico de ir e vir”, pontuou Paulo Marinho Júnior.

O parlamentar também mencionou a recente circulação de vídeos de violência na região e operações da Polícia Federal que confirmaram a presença de rotas internacionais de tráfico de drogas cruzando o interior do Maranhão, afetando desde cidades médias como Caxias até municípios menores como São João do Sóter.

O que muda com o novo Marco Legal?

O projeto aprovado traz mudanças profundas na legislação penal brasileira, com foco na asfixia financeira do crime e no aumento do tempo de prisão. Confira os principais pontos apoiados pelo deputado:

  • Penas mais duras: A condenação por integrar facções criminosas agora pode chegar a 30 anos. No caso de homicídio praticado por membros desses grupos, a pena sobe para até 40 anos.
  • Progressão de regime rigorosa: Para reincidentes em crimes hediondos com morte, o condenado terá que cumprir 85% da pena antes de qualquer benefício.
  • Asfixia Financeira: Criação da Ação Civil de Perdimento de Bens, permitindo que o Estado tome bens de origem ilícita de forma mais rápida.
  • Tecnologia no combate: Autorização para o uso de softwares de monitoramento remoto (spywares) e infiltração digital para investigar a comunicação interna das facções.

Apoio às forças de segurança

Além da mudança na lei, Paulo Marinho Júnior aproveitou a tribuna para cobrar melhores condições de trabalho para os policiais. O deputado relatou uma reunião recente com o Secretariado de Segurança do Estado, onde discutiu a precariedade das viaturas e a falta de suporte aos agentes.

“É dever desta Casa colocar recursos e brigar para dar condições de trabalho para as forças de segurança. Só assim vamos enfrentar essas facções e devolver a normalidade ao povo brasileiro”, finalizou o deputado.

Com a aprovação, o texto segue para sanção ou novos ajustes, consolidando-se como uma das maiores ofensivas legislativas contra o crime organizado na última década.

Em reunião na SSP, Paulo Marinho Jr. sinaliza indicação de recursos para reforçar a Polícia Civil de Caxias

Nesta segunda-feira (23), o deputado federal Paulo Marinho Jr. (PL) cumpriu agenda na Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA) para tratar de demandas urgentes para a região de Caxias. Em audiência com o secretário Maurício Ribeiro Martins, o parlamentar sinalizou que a segurança pública será um dos pilares de sua atuação em Brasília.

Foco na Polícia Civil

Durante a visita, o deputado manifestou a intenção de viabilizar recursos para a segurança local. O foco principal é a articulação para a compra de duas novas viaturas para a Polícia Civil de Caxias, unidade que hoje necessita de reforço logístico para otimizar o trabalho investigativo.

“Vou trabalhar para indicar recursos para a compra dessas viaturas. Caxias precisa desse apoio, assim como o Brasil todo enfrenta desafios na segurança. Minha missão é ajudar a tornar nossa cidade mais segura”, afirmou Paulo Marinho Jr.

Compromisso Institucional

O secretário Maurício Martins agradeceu a visita e reiterou que a gestão estadual, sob o comando do governador Carlos Brandão, segue aberta ao diálogo com a bancada federal para captar investimentos que melhorem a estrutura das forças policiais em todo o Maranhão.

Com a indicação em pauta, o próximo passo será a tramitação dos recursos necessários para que o benefício chegue, de fato, ao pátio da delegacia regional.

EXCLUSIVO: Áudios vazados revelam “Esquema do Bilhete” na Prefeitura de Caxias

Em meio à crise administrativa e com o prefeito Gentil Neto cassado, denúncia aponta o uso de bilhetes para contratações fantasmas e pagamento de favores políticos sem rastro documental.

A cidade de Caxias enfrenta dias de incerteza e abandono. Enquanto o prefeito cassado, Gentil Neto, tenta se manter no cargo através de recursos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), os bastidores da administração municipal parecem ter se transformado em um verdadeiro balcão de negócios escusos. Uma nova denúncia, amparada por áudios vazados, expõe como o dinheiro público estaria sendo drenado para pagar favores políticos por baixo dos panos.

A Cidade Sem Comando e o “Crime do Bilhete”

Quem caminha por Caxias hoje se depara com o retrato do descaso: ruas esburacadas, falhas na infraestrutura e prédios públicos com aspecto de abandono. No entanto, o problema mais grave parece estar escondido nas gavetas e nos corredores da prefeitura.
Para tentar fugir das fiscalizações e não gerar provas antes do decisivo julgamento previsto para março, a gestão municipal teria adotado uma tática rudimentar e ilegal: a contratação por bilhetes.

Um áudio de bastidor, que circula nos grupos políticos da cidade, detalha o esquema de apadrinhamento sem qualquer tipo de formalização legal. Na gravação, uma pessoa ligada à gestão confessa o modus operandi:

“Não vai ter apresentação de carta dos novos contratos. Vai ser só assim, por meio de bilhete, por meio dessas indicações… Eles não vão firmar nada com ninguém, vai só mandar.” — Trecho de áudio vazado.

A manobra seria uma forma de garantir o escoamento de verbas para aliados políticos sem deixar um rastro documental que pudesse ser auditado pelo Ministério Público ou pelo Tribunal de Contas.

O Custo da Farra: Servidores Penalizados
Como em todo esquema de desvio e má gestão, a conta acaba caindo no colo do trabalhador. Enquanto o dinheiro sobra para bancar as indicações políticas feitas em pedaços de papel, falta recurso para quem de fato faz a máquina pública rodar.

A situação gerou revolta até mesmo entre aqueles que esperavam se beneficiar das negociações, como revela um segundo trecho dos áudios vazados:

“A Paula já está danada de raiva… porque já não está recebendo o dinheiro dela direito… O meu também veio a menos, não veio completo.” — Trecho de áudio vazado.

Nos departamentos da prefeitura e nas ruas de Caxias, a realidade é dura: salários estão sendo fatiados, turnos de trabalho foram cortados e servidores amargam contracheques desfalcados. O descompasso entre a gastança com os aliados e a falta de pagamento para os trabalhadores evidencia o colapso administrativo da cidade.

O Julgamento no TRE e o Futuro de Caxias
O cenário de terra arrasada aumenta a expectativa em torno do julgamento de Gentil Neto no Tribunal Regional Eleitoral. A população aguarda que a Justiça Eleitoral dê um fim à instabilidade que paralisou Caxias.

Até lá, a denúncia do “Esquema do Bilhete” levanta uma questão urgente: até quando os recursos do município continuarão sendo saqueados? Caxias não pode ser tratada como um bilhete premiado nas mãos de grupos que buscam apenas o enriquecimento ilícito. O povo exige transparência, respeito e punição para os envolvidos.

A voz de Caxias em Brasília: Paulo Marinho Júnior assume mandato com foco na justiça eleitoral

BRASÍLIA – O Maranhão, e de forma especial a cidade de Caxias, ganha a partir de agora um reforço de peso na Câmara dos Deputados. Paulo Marinho Júnior, o Paulinho, assumiu nesta semana o mandato de Deputado Federal, trazendo a experiência de quem já ocupou o cargo, aliada à seriedade e ao perfil técnico que marcam sua trajetória.

Contudo, este retorno ao Congresso Nacional não é apenas administrativo; é político e vigilante. De volta ao mandato, Paulinho deve reforçar as cobranças por justiça e o combate implacável às fraudes eleitorais. O parlamentar chega a Brasília com o compromisso de denunciar os crimes que mancharam o pleito de 2024 em Caxias, como o uso criminoso de Deep Fakes, Fake News, compra de votos e outras irregularidades que agora estão sob a mira da Justiça.

Chegada a Brasília e Força Política

A recepção de Paulinho na capital federal, na noite desta segunda-feira (09), refletiu seu prestígio. Acompanhado de sua esposa, Maíra, ele foi recebido pelos deputados federais Josimar de Maranhãozinho e Detinha. Além da celebração pelo seu aniversário de 41 anos, o encontro selou a união total do seu partido em torno de sua liderança.

Essa união partidária, somada ao retorno à Câmara, aumenta consideravelmente o “cacife” eleitoral de Paulo Marinho Jr. O cenário em Caxias ferve com a expectativa de uma nova eleição, especialmente diante do parecer favorável para a cassação do atual prefeito, Gentil Neto. Com Paulinho fortalecido em Brasília, a oposição ganha fôlego e estrutura para as batalhas jurídicas e eleitorais que se aproximam.

Compromisso com o Povo

Em entrevista, o parlamentar destacou que seu mandato será pautado pelo serviço direto aos caxienses, mas sem esquecer a ética democrática.

“Eu sou um empregado dos maranhenses e, de forma especial, dos meus irmãos caxienses. Todas as vezes que sou chamado para trabalhar, estou pronto. Mas trabalhar pelo povo também significa lutar por eleições limpas. O que vimos em 2024 não pode ficar impune. Meu trabalho aqui será forte, intenso e vigilante”, declarou o parlamentar.

Com a posse de Paulo Marinho Júnior, Caxias recupera um protagonismo estratégico, garantindo que as demandas do município e o clamor por justiça eleitoral tenham um defensor direto e experiente no coração do Congresso Nacional.

Pânico Falso, Risco Real: Como a IA Enganou Caxias e Por Que Isso é Só o Começo

Imagem de um suposto acidente aéreo na Av. da Coheb viralizou neste fim de semana, mas era uma farsa criada por Inteligência Artificial. O episódio serve como um aviso urgente sobre o poder da desinformação.

Caxias viveu momentos de apreensão neste fim de semana após a viralização de uma imagem chocante: um avião supostamente caído em plena Av. da Coheb. A boa notícia é que o pânico era baseado em uma farsa. A imagem, que enganou centenas de pessoas, era uma criação sofisticada de Inteligência Artificial (IA).

O alívio de ser uma notícia falsa veio acompanhado de um alerta grave. O episódio em Caxias é um exemplo claro do que especialistas chamam de a nova era da desinformação. A IA avança em velocidade impressionante, e com ela, a capacidade de gerar “deepfakes” – fotos, vídeos e até áudios – que são virtualmente indistinguíveis da realidade.

Se antes a máxima era “ver para crer”, hoje o perigo não está no que vemos, mas no que deixamos de questionar. A farsa do avião serve como um teste de prontidão digital para a população.

A nova regra de ouro da era digital é a desconfiança vigilante. Especialistas em segurança digital recomendam três passos simples antes de acreditar ou compartilhar conteúdo impactante:

  1. Pause: A emoção (pânico, raiva, surpresa) é o combustível da desinformação. Respire antes de clicar em “compartilhar”.
  2. Verifique a Fonte: A notícia saiu em veículos de imprensa confiáveis? Há alguma nota oficial das autoridades (Corpo de Bombeiros, Polícia)? Se a informação só circula em grupos de WhatsApp, o sinal é vermelho.
  3. Questione o Contexto: Procure por pequenas inconsistências na imagem ou no áudio. No caso do avião, a ausência de movimento, de relatos de testemunhas reais ou de cobertura da imprensa local foram os indícios da fraude.

O incidente da Av. da Coheb foi um susto falso, mas um alerta muito real. A melhor defesa contra a mentira digital não é a tecnologia, mas o senso crítico de cada cidadão. Na dúvida, não compartilhe.

CAXIAS SITIADA: FIM DE SEMANA DE TERROR TERMINA COM TRÊS MORTES E ESCANCARA ABANDONO

Caxias viveu um fim de semana que se assemelha a um boletim de guerra. Em menos de 48 horas, pelo menos TRÊS homicídios foram registrados em diferentes pontos da cidade, mergulhando a “Princesinha do Sertão” em um clima de medo absoluto e expondo o completo colapso da segurança pública.

O rastro de sangue, que começou no sábado, continuou implacável no domingo (19). Um assassinato foi registrado no bairro Trizidela, aumentando a estatística da violência. Como se não bastasse, um tiroteio no “Bar do Alumínio”, localizado no bairro Vila Conquista, próximo à estação, deixou mais duas pessoas baleadas. As duas vitimas foram encaminhadas para o hospital uma delas em estado gravíssimo.

Essa nova onda de terror se soma à barbárie da noite de sábado (18), quando os jovens Gustavo, de 18 anos, e Caique, de 19, foram brutalmente executados no Bairro José Castro. Informações indicam que Gustavo era o alvo dos criminosos, mas Caique, que apenas acompanhava o amigo, foi morto inocentemente.

A sequência de execuções em plena luz do dia e em locais públicos mostra que os criminosos agem livremente, sem qualquer temor. Enquanto o cidadão de bem se tranca em casa, aterrorizado, a cidade parece estar completamente abandonada e dominada pela criminalidade.

A população, refém do medo, questiona onde estão as autoridades que deveriam proteger a sociedade. A sensação é de impunidade total e de um descaso que permite que a violência reine soberana, enquanto a administração pública parece assistir passivamente à tomada da cidade pelo crime.

(ATUALIZAÇÃO) CAXIAS SOB TERROR: NOITE DE SÁBADO TEM DUPLO HOMICÍDIO, VANDALISMO E CLIMA DE ABANDONO

A noite de sábado (18) em Caxias foi um reflexo da crise de segurança que assola a cidade. Um brutal duplo homicídio foi registrado no Bairro José Castro, somando-se às estatísticas que aterrorizam o cidadão de bem. Paralelamente, a Guarda Municipal prendeu um homem por vandalismo.

As vítimas do assassinato são dois jovens: Gustavo, de 18 anos, e Caique, de 19 anos. Segundo informações, o crime tem características de execução. Relatos indicam que Gustavo teria chamado o amigo Caique para sair, mas o primeiro já estava “marcado para morrer”. Tragicamente, Caique, que apenas acompanhava o amigo, foi executado junto e morreu inocentemente.

Este vácuo de informação oficial alimenta a sensação de impunidade. Moradores relatam um cotidiano de terror e acusam as autoridades de “fazerem vista grossa” para o descaso. A percepção de abandono é generalizada, com duras críticas à administração pública, descrita por populares como um “cabide de empregos” e fonte de desvio de dinheiro público, enquanto a violência impera.

Em outra ocorrência da noite, a Guarda Municipal conduziu um homem à delegacia civil. Segundo a GM, o indivíduo estava alcoolizado e sob efeito de drogas, sendo detido por desacato e vandalismo contra o patrimônio público.

Jovem que morreu inocente!

Disputa por herança superior a R$ 100 milhões da família Vital pode no voltar a expor o Judiciário maranhense

Conflito entre as irmãs Myza, Márcia e Marfisa Carvalho Vital, filhas do empresário Demóstenes Alves Vital, reacende discussões sobre tráfico de influência e favorecimento judicial no Maranhão

Após a Operação 18 Minutos, que revelou um esquema de venda de decisões judiciais envolvendo magistrados, advogados e servidores, o Judiciário maranhense pode voltar a enfrentar questionamentos sobre influência e favorecimento processual.

Desta vez, o foco recai sobre a disputa pela herança bilionária do empresário Demóstenes Alves Vital, falecido em julho de 2024. Avaliado em mais de R$ 100 milhões, o espólio é alvo de uma intensa batalha judicial e familiar entre as irmãs Myza, Márcia e Marfisa Carvalho Vital, esta última nomeada inventariante do processo.

Embora existam outros herdeiros, são elas as protagonistas da disputa que reacende antigas suspeitas dentro do sistema de Justiça maranhense.

DENÚNCIAS E EXCLUSÃO:

De acordo com Myza Carvalho Vital, as irmãs estariam conduzindo o inventário de forma unilateral, afastando-a das decisões e impedindo seu acesso aos bens e empresas da família.

A herdeira afirma ser alvo de ações de descredibilização, entre elas um boletim de ocorrência registrado contra si, embasado em um suposto laudo médico que indicaria transtornos mentais, documento que, segundo ela, jamais lhe foi apresentado.

Myza sustenta que o objetivo dessas medidas seria retirá-la do processo sucessório, por meio de tentativas de interdição judicial, pedido de uso de tornozeleira eletrônica e até requerimento de prisão preventiva.

Ela também aponta que sua sobrinha, Bruna Vital Pereira Moreira, recém-formada em Medicina e filha de Marfiza, estaria sendo usada como instrumento para legitimar supostas manobras médicas com esse propósito. Por essa razão, Myza afirma já ter formalizado denúncia junto ao Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA).

Nos bastidores da Justiça maranhense, a disputa da família Vital passou a ser comentada à luz das práticas reveladas pela Operação 18 Minutos. O caso reacendeu rumores sobre um esquema de favorecimento processual, envolvendo juristas com vínculos familiares no TJMA.

Entre os nomes mencionados, destaca-se o de um advogado filho de desembargador, apontado por atuar em processos sensíveis e com possível trânsito privilegiado em decisões internas.

Essa rede de relatos reforça o que, nos corredores jurídicos, convencionou-se chamar de “tráfico de influência”, prática extraoficial de favorecimento e interferência em julgamentos, que ameaça a credibilidade do sistema de Justiça no estado.

Com o histórico recente de escândalos, o caso Vital assume dimensão simbólica, pois mais que uma disputa familiar, pode representar um novo capítulo sobre o uso político e pessoal da influência dentro do Judiciário maranhense.

PEDIDOS DE APURAÇÃO:

Myza Vital afirma já ter protocolado denúncias formais em órgãos competentes, inclusive no Conselho Regional de Medicina (CRM-MA), e pede investigação sobre as supostas irregularidades.

Os processos referentes ao espólio de Demóstenes Alves Vital tramitam sob segredo de Justiça. Até o momento, as irmãs Márcia e Marfisa Carvalho Vital não se manifestaram oficialmente. O advogado, que posteriormente terá sua identidade revelada, também será chamado a se pronunciar sobre as acusações e documentos apresentados.