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Em reunião na SSP, Paulo Marinho Jr. sinaliza indicação de recursos para reforçar a Polícia Civil de Caxias

Nesta segunda-feira (23), o deputado federal Paulo Marinho Jr. (PL) cumpriu agenda na Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA) para tratar de demandas urgentes para a região de Caxias. Em audiência com o secretário Maurício Ribeiro Martins, o parlamentar sinalizou que a segurança pública será um dos pilares de sua atuação em Brasília.

Foco na Polícia Civil

Durante a visita, o deputado manifestou a intenção de viabilizar recursos para a segurança local. O foco principal é a articulação para a compra de duas novas viaturas para a Polícia Civil de Caxias, unidade que hoje necessita de reforço logístico para otimizar o trabalho investigativo.

“Vou trabalhar para indicar recursos para a compra dessas viaturas. Caxias precisa desse apoio, assim como o Brasil todo enfrenta desafios na segurança. Minha missão é ajudar a tornar nossa cidade mais segura”, afirmou Paulo Marinho Jr.

Compromisso Institucional

O secretário Maurício Martins agradeceu a visita e reiterou que a gestão estadual, sob o comando do governador Carlos Brandão, segue aberta ao diálogo com a bancada federal para captar investimentos que melhorem a estrutura das forças policiais em todo o Maranhão.

Com a indicação em pauta, o próximo passo será a tramitação dos recursos necessários para que o benefício chegue, de fato, ao pátio da delegacia regional.

EXCLUSIVO: Áudios vazados revelam “Esquema do Bilhete” na Prefeitura de Caxias

Em meio à crise administrativa e com o prefeito Gentil Neto cassado, denúncia aponta o uso de bilhetes para contratações fantasmas e pagamento de favores políticos sem rastro documental.

A cidade de Caxias enfrenta dias de incerteza e abandono. Enquanto o prefeito cassado, Gentil Neto, tenta se manter no cargo através de recursos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), os bastidores da administração municipal parecem ter se transformado em um verdadeiro balcão de negócios escusos. Uma nova denúncia, amparada por áudios vazados, expõe como o dinheiro público estaria sendo drenado para pagar favores políticos por baixo dos panos.

A Cidade Sem Comando e o “Crime do Bilhete”

Quem caminha por Caxias hoje se depara com o retrato do descaso: ruas esburacadas, falhas na infraestrutura e prédios públicos com aspecto de abandono. No entanto, o problema mais grave parece estar escondido nas gavetas e nos corredores da prefeitura.
Para tentar fugir das fiscalizações e não gerar provas antes do decisivo julgamento previsto para março, a gestão municipal teria adotado uma tática rudimentar e ilegal: a contratação por bilhetes.

Um áudio de bastidor, que circula nos grupos políticos da cidade, detalha o esquema de apadrinhamento sem qualquer tipo de formalização legal. Na gravação, uma pessoa ligada à gestão confessa o modus operandi:

“Não vai ter apresentação de carta dos novos contratos. Vai ser só assim, por meio de bilhete, por meio dessas indicações… Eles não vão firmar nada com ninguém, vai só mandar.” — Trecho de áudio vazado.

A manobra seria uma forma de garantir o escoamento de verbas para aliados políticos sem deixar um rastro documental que pudesse ser auditado pelo Ministério Público ou pelo Tribunal de Contas.

O Custo da Farra: Servidores Penalizados
Como em todo esquema de desvio e má gestão, a conta acaba caindo no colo do trabalhador. Enquanto o dinheiro sobra para bancar as indicações políticas feitas em pedaços de papel, falta recurso para quem de fato faz a máquina pública rodar.

A situação gerou revolta até mesmo entre aqueles que esperavam se beneficiar das negociações, como revela um segundo trecho dos áudios vazados:

“A Paula já está danada de raiva… porque já não está recebendo o dinheiro dela direito… O meu também veio a menos, não veio completo.” — Trecho de áudio vazado.

Nos departamentos da prefeitura e nas ruas de Caxias, a realidade é dura: salários estão sendo fatiados, turnos de trabalho foram cortados e servidores amargam contracheques desfalcados. O descompasso entre a gastança com os aliados e a falta de pagamento para os trabalhadores evidencia o colapso administrativo da cidade.

O Julgamento no TRE e o Futuro de Caxias
O cenário de terra arrasada aumenta a expectativa em torno do julgamento de Gentil Neto no Tribunal Regional Eleitoral. A população aguarda que a Justiça Eleitoral dê um fim à instabilidade que paralisou Caxias.

Até lá, a denúncia do “Esquema do Bilhete” levanta uma questão urgente: até quando os recursos do município continuarão sendo saqueados? Caxias não pode ser tratada como um bilhete premiado nas mãos de grupos que buscam apenas o enriquecimento ilícito. O povo exige transparência, respeito e punição para os envolvidos.

A voz de Caxias em Brasília: Paulo Marinho Júnior assume mandato com foco na justiça eleitoral

BRASÍLIA – O Maranhão, e de forma especial a cidade de Caxias, ganha a partir de agora um reforço de peso na Câmara dos Deputados. Paulo Marinho Júnior, o Paulinho, assumiu nesta semana o mandato de Deputado Federal, trazendo a experiência de quem já ocupou o cargo, aliada à seriedade e ao perfil técnico que marcam sua trajetória.

Contudo, este retorno ao Congresso Nacional não é apenas administrativo; é político e vigilante. De volta ao mandato, Paulinho deve reforçar as cobranças por justiça e o combate implacável às fraudes eleitorais. O parlamentar chega a Brasília com o compromisso de denunciar os crimes que mancharam o pleito de 2024 em Caxias, como o uso criminoso de Deep Fakes, Fake News, compra de votos e outras irregularidades que agora estão sob a mira da Justiça.

Chegada a Brasília e Força Política

A recepção de Paulinho na capital federal, na noite desta segunda-feira (09), refletiu seu prestígio. Acompanhado de sua esposa, Maíra, ele foi recebido pelos deputados federais Josimar de Maranhãozinho e Detinha. Além da celebração pelo seu aniversário de 41 anos, o encontro selou a união total do seu partido em torno de sua liderança.

Essa união partidária, somada ao retorno à Câmara, aumenta consideravelmente o “cacife” eleitoral de Paulo Marinho Jr. O cenário em Caxias ferve com a expectativa de uma nova eleição, especialmente diante do parecer favorável para a cassação do atual prefeito, Gentil Neto. Com Paulinho fortalecido em Brasília, a oposição ganha fôlego e estrutura para as batalhas jurídicas e eleitorais que se aproximam.

Compromisso com o Povo

Em entrevista, o parlamentar destacou que seu mandato será pautado pelo serviço direto aos caxienses, mas sem esquecer a ética democrática.

“Eu sou um empregado dos maranhenses e, de forma especial, dos meus irmãos caxienses. Todas as vezes que sou chamado para trabalhar, estou pronto. Mas trabalhar pelo povo também significa lutar por eleições limpas. O que vimos em 2024 não pode ficar impune. Meu trabalho aqui será forte, intenso e vigilante”, declarou o parlamentar.

Com a posse de Paulo Marinho Júnior, Caxias recupera um protagonismo estratégico, garantindo que as demandas do município e o clamor por justiça eleitoral tenham um defensor direto e experiente no coração do Congresso Nacional.

Pânico Falso, Risco Real: Como a IA Enganou Caxias e Por Que Isso é Só o Começo

Imagem de um suposto acidente aéreo na Av. da Coheb viralizou neste fim de semana, mas era uma farsa criada por Inteligência Artificial. O episódio serve como um aviso urgente sobre o poder da desinformação.

Caxias viveu momentos de apreensão neste fim de semana após a viralização de uma imagem chocante: um avião supostamente caído em plena Av. da Coheb. A boa notícia é que o pânico era baseado em uma farsa. A imagem, que enganou centenas de pessoas, era uma criação sofisticada de Inteligência Artificial (IA).

O alívio de ser uma notícia falsa veio acompanhado de um alerta grave. O episódio em Caxias é um exemplo claro do que especialistas chamam de a nova era da desinformação. A IA avança em velocidade impressionante, e com ela, a capacidade de gerar “deepfakes” – fotos, vídeos e até áudios – que são virtualmente indistinguíveis da realidade.

Se antes a máxima era “ver para crer”, hoje o perigo não está no que vemos, mas no que deixamos de questionar. A farsa do avião serve como um teste de prontidão digital para a população.

A nova regra de ouro da era digital é a desconfiança vigilante. Especialistas em segurança digital recomendam três passos simples antes de acreditar ou compartilhar conteúdo impactante:

  1. Pause: A emoção (pânico, raiva, surpresa) é o combustível da desinformação. Respire antes de clicar em “compartilhar”.
  2. Verifique a Fonte: A notícia saiu em veículos de imprensa confiáveis? Há alguma nota oficial das autoridades (Corpo de Bombeiros, Polícia)? Se a informação só circula em grupos de WhatsApp, o sinal é vermelho.
  3. Questione o Contexto: Procure por pequenas inconsistências na imagem ou no áudio. No caso do avião, a ausência de movimento, de relatos de testemunhas reais ou de cobertura da imprensa local foram os indícios da fraude.

O incidente da Av. da Coheb foi um susto falso, mas um alerta muito real. A melhor defesa contra a mentira digital não é a tecnologia, mas o senso crítico de cada cidadão. Na dúvida, não compartilhe.

CAXIAS SITIADA: FIM DE SEMANA DE TERROR TERMINA COM TRÊS MORTES E ESCANCARA ABANDONO

Caxias viveu um fim de semana que se assemelha a um boletim de guerra. Em menos de 48 horas, pelo menos TRÊS homicídios foram registrados em diferentes pontos da cidade, mergulhando a “Princesinha do Sertão” em um clima de medo absoluto e expondo o completo colapso da segurança pública.

O rastro de sangue, que começou no sábado, continuou implacável no domingo (19). Um assassinato foi registrado no bairro Trizidela, aumentando a estatística da violência. Como se não bastasse, um tiroteio no “Bar do Alumínio”, localizado no bairro Vila Conquista, próximo à estação, deixou mais duas pessoas baleadas. As duas vitimas foram encaminhadas para o hospital uma delas em estado gravíssimo.

Essa nova onda de terror se soma à barbárie da noite de sábado (18), quando os jovens Gustavo, de 18 anos, e Caique, de 19, foram brutalmente executados no Bairro José Castro. Informações indicam que Gustavo era o alvo dos criminosos, mas Caique, que apenas acompanhava o amigo, foi morto inocentemente.

A sequência de execuções em plena luz do dia e em locais públicos mostra que os criminosos agem livremente, sem qualquer temor. Enquanto o cidadão de bem se tranca em casa, aterrorizado, a cidade parece estar completamente abandonada e dominada pela criminalidade.

A população, refém do medo, questiona onde estão as autoridades que deveriam proteger a sociedade. A sensação é de impunidade total e de um descaso que permite que a violência reine soberana, enquanto a administração pública parece assistir passivamente à tomada da cidade pelo crime.

(ATUALIZAÇÃO) CAXIAS SOB TERROR: NOITE DE SÁBADO TEM DUPLO HOMICÍDIO, VANDALISMO E CLIMA DE ABANDONO

A noite de sábado (18) em Caxias foi um reflexo da crise de segurança que assola a cidade. Um brutal duplo homicídio foi registrado no Bairro José Castro, somando-se às estatísticas que aterrorizam o cidadão de bem. Paralelamente, a Guarda Municipal prendeu um homem por vandalismo.

As vítimas do assassinato são dois jovens: Gustavo, de 18 anos, e Caique, de 19 anos. Segundo informações, o crime tem características de execução. Relatos indicam que Gustavo teria chamado o amigo Caique para sair, mas o primeiro já estava “marcado para morrer”. Tragicamente, Caique, que apenas acompanhava o amigo, foi executado junto e morreu inocentemente.

Este vácuo de informação oficial alimenta a sensação de impunidade. Moradores relatam um cotidiano de terror e acusam as autoridades de “fazerem vista grossa” para o descaso. A percepção de abandono é generalizada, com duras críticas à administração pública, descrita por populares como um “cabide de empregos” e fonte de desvio de dinheiro público, enquanto a violência impera.

Em outra ocorrência da noite, a Guarda Municipal conduziu um homem à delegacia civil. Segundo a GM, o indivíduo estava alcoolizado e sob efeito de drogas, sendo detido por desacato e vandalismo contra o patrimônio público.

Jovem que morreu inocente!

Disputa por herança superior a R$ 100 milhões da família Vital pode no voltar a expor o Judiciário maranhense

Conflito entre as irmãs Myza, Márcia e Marfisa Carvalho Vital, filhas do empresário Demóstenes Alves Vital, reacende discussões sobre tráfico de influência e favorecimento judicial no Maranhão

Após a Operação 18 Minutos, que revelou um esquema de venda de decisões judiciais envolvendo magistrados, advogados e servidores, o Judiciário maranhense pode voltar a enfrentar questionamentos sobre influência e favorecimento processual.

Desta vez, o foco recai sobre a disputa pela herança bilionária do empresário Demóstenes Alves Vital, falecido em julho de 2024. Avaliado em mais de R$ 100 milhões, o espólio é alvo de uma intensa batalha judicial e familiar entre as irmãs Myza, Márcia e Marfisa Carvalho Vital, esta última nomeada inventariante do processo.

Embora existam outros herdeiros, são elas as protagonistas da disputa que reacende antigas suspeitas dentro do sistema de Justiça maranhense.

DENÚNCIAS E EXCLUSÃO:

De acordo com Myza Carvalho Vital, as irmãs estariam conduzindo o inventário de forma unilateral, afastando-a das decisões e impedindo seu acesso aos bens e empresas da família.

A herdeira afirma ser alvo de ações de descredibilização, entre elas um boletim de ocorrência registrado contra si, embasado em um suposto laudo médico que indicaria transtornos mentais, documento que, segundo ela, jamais lhe foi apresentado.

Myza sustenta que o objetivo dessas medidas seria retirá-la do processo sucessório, por meio de tentativas de interdição judicial, pedido de uso de tornozeleira eletrônica e até requerimento de prisão preventiva.

Ela também aponta que sua sobrinha, Bruna Vital Pereira Moreira, recém-formada em Medicina e filha de Marfiza, estaria sendo usada como instrumento para legitimar supostas manobras médicas com esse propósito. Por essa razão, Myza afirma já ter formalizado denúncia junto ao Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA).

Nos bastidores da Justiça maranhense, a disputa da família Vital passou a ser comentada à luz das práticas reveladas pela Operação 18 Minutos. O caso reacendeu rumores sobre um esquema de favorecimento processual, envolvendo juristas com vínculos familiares no TJMA.

Entre os nomes mencionados, destaca-se o de um advogado filho de desembargador, apontado por atuar em processos sensíveis e com possível trânsito privilegiado em decisões internas.

Essa rede de relatos reforça o que, nos corredores jurídicos, convencionou-se chamar de “tráfico de influência”, prática extraoficial de favorecimento e interferência em julgamentos, que ameaça a credibilidade do sistema de Justiça no estado.

Com o histórico recente de escândalos, o caso Vital assume dimensão simbólica, pois mais que uma disputa familiar, pode representar um novo capítulo sobre o uso político e pessoal da influência dentro do Judiciário maranhense.

PEDIDOS DE APURAÇÃO:

Myza Vital afirma já ter protocolado denúncias formais em órgãos competentes, inclusive no Conselho Regional de Medicina (CRM-MA), e pede investigação sobre as supostas irregularidades.

Os processos referentes ao espólio de Demóstenes Alves Vital tramitam sob segredo de Justiça. Até o momento, as irmãs Márcia e Marfisa Carvalho Vital não se manifestaram oficialmente. O advogado, que posteriormente terá sua identidade revelada, também será chamado a se pronunciar sobre as acusações e documentos apresentados.

Caso Deepfake em Caxias: Justiça Nega Arquivamento e Intima Deputados e Secretários para Audiência Decisiva

A Justiça Eleitoral rejeita pedidos da acusação e da defesa, determinando que o processo sobre uso de inteligência artificial na eleição de 2024 prossiga com a oitiva de testemunhas chave no dia 30 de outubro.

CAXIAS, MA – A Justiça Eleitoral de Caxias deu um passo crucial na investigação sobre o suposto uso de áudio manipulado por inteligência artificial (deepfake) na campanha eleitoral de 2024. Em decisão recente, a Justiça Eleitoral, negou tanto o pedido de arquivamento feito pela defesa quanto a solicitação de uma nova perícia pela acusação, marcando para o dia 30 de outubro de 2025 uma audiência para ouvir testemunhas.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi movida por Paulo Celso Fonseca Marinho Júnior contra José Gentil Rosa Neto, Eugênio de Sá Coutinho Filho e Fábio José Gentil Pereira Rosa. A acusação central é de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, após a divulgação de um áudio supostamente falso em um comício, a apenas três dias das eleições.

O ponto central do embate jurídico até o momento foi o laudo da Polícia Federal (PF). O documento, embora tenha apontado uma “alta probabilidade” de uso de IA na gravação, foi considerado inconclusivo devido à baixa qualidade do material analisado.

Diante do laudo, os investigados solicitaram o arquivamento imediato do processo, argumentando que não havia prova técnica robusta para sustentar a acusação. Por outro lado, a equipe de Paulo Marinho pediu uma perícia suplementar em outro arquivo de áudio, que, segundo eles, teria melhor qualidade.

A Justiça Eleitoral indeferiu ambos os pedidos. E determinou que não há fatos novos que justifiquem uma nova perícia e, ao mesmo tempo, considerou “inviável” o arquivamento do caso, pois ainda há provas importantes a serem produzidas, principalmente os depoimentos de testemunhas, que são “indispensáveis à formação do convencimento judicial”.

Audiência de Alto Nível Político

A decisão de prosseguir com o caso ganha ainda mais peso com a lista de testemunhas intimadas. Serão ouvidos:

  • Deputados Federais: André Luiz Carvalho Ribeiro(André Fufuca) e Amanda Kelly Gentil Guimarães Rosa.
  • Deputada Estadual: Daniella Jadao Meneses.
  • Secretários Municipais e Autoridades: O promotor de justiça Francisco de Assis da Silva Júnior, a Ex-Secretária de Educação Ana Célia Pereira e o Secretário Othon Luiz Machado Maranhão.

Para os parlamentares, a Justiça seguirá um rito especial, permitindo que informem data e hora para serem ouvidos, inclusive por videoconferência, respeitando as prerrogativas dos cargos. Os investigados também terão a oportunidade de prestar depoimento pessoal.

A audiência, marcada para as 9h do dia 30 de outubro no Fórum de Caxias, é vista como um momento decisivo para o futuro do processo, que se torna um dos casos mais emblemáticos do Maranhão no combate à desinformação e ao uso de tecnologias fraudulentas em disputas políticas.

Tragédia na BR-316: Colisão Frontal Mata Motorista na “Reta do Parque Industrial”

CAXIAS/TIMON – Um grave acidente chocou a região na noite de ontem (13), por volta das 23h, resultando em uma vítima fatal na BR-316. A colisão frontal ocorreu no trecho conhecido como “Reta do Parque Industrial”, na divisa entre Caxias e Timon.

O desastre envolveu um carro de passeio e uma caçamba, pertencente a um empresário de Caxias, identificado como William do Bairro Ponte. De acordo com relatos de testemunhas, o condutor do veículo de passeio, que seguia no sentido Caxias-Timon, teria aparentemente dormido ao volante.

Apesar dos esforços do motorista da caçamba, que tentou desviar e chegou a capotar na pista, a colisão foi inevitável e violenta. O impacto frontal foi fatal para o motorista do carro de passeio, que teve morte instantânea no local.

As autoridades competentes já iniciaram a investigação para apurar as causas exatas do acidente. Novas informações sobre o caso e a identificação da vítima devem ser divulgadas a qualquer momento.

Escândalo em Caxias: Gestões Gentil Repassam R$ 16 Milhões a Empresa Impedida Judicialmente

As gestões da Família Gentil em Caxias (MA) estão no centro de um escândalo financeiro que envolve o repasse de mais de R$ 16,1 milhões em recursos públicos para a empresa piauiense Mais Saúde Ltda.

O valor total transferido — R$ 16.163.741,78 — foi efetuado nas administrações do ex-prefeito Fábio Gentil e do atual prefeito Gentil Neto.

O cerne da denúncia é que a Mais Saúde Ltda. é ré em processos criminais graves, acusada de crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Empresa Proibida de Operar

A situação se agrava porque a Justiça determinou a total inoperância da empresa. Uma decisão judicial (processo nº 0860474-42.2023.8.10.0001) bloqueou todos os bens e contas bancárias da Mais Saúde, proibindo-a de exercer qualquer atividade econômica e, consequentemente, de firmar contratos com o poder público.


Repasses Suspeitos nas Duas Gestões

Apesar da proibição judicial e das acusações criminais, as administrações da Família Gentil mantiveram os contratos com a empresa:

  • Fábio Gentil (Gestão 2024): Repassou R$ 13.018.792,92 para aquisição de medicamentos e materiais médico-hospitalares.
  • Gentil Neto (Gestão 2025): Deu continuidade aos pagamentos, repassando R$ 3.144.948,86 para compra de insumos hospitalares e odontológicos.

A denúncia levanta sérios questionamentos sobre por que milhões do orçamento da saúde de Caxias foram destinados a uma empresa legalmente impedida de operar e sob grave investigação criminal.